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* Se eu soubesse como é o fim do dia tinha acordado na hora de adormecer... [A Janela do Ocaso].
* Eu às vezes não apareço aqui, não é porque não goste de «dar nas vistas»... [O Ser Fictício].* De acordo com dados da contabilidade dos partidos políticos, alguns deles estão a tornar-se empresas lucrativas... [A Revolta das Palavras].
* Muitas vezes escondo-o no meio da pilha de livros que vou amontoando ao lado da minha cama, para o poupar à vergonha da sua condição de mutilado... [A Janela do Ocaso].* Sei lá porquê, fui deliberadamente buscá-lo para sofrer ao lê-lo, na banalidade de algumas páginas... [Maria Ondina Braga].
* Peço, por isso, licença, para me defender: o livro não é seco de carnes, mas não é tão adiposo como Pedro Mexia o julga... [A Janela do Ocaso].
* «Uma candidatura a um órgão jurisdicional, como é o Conselho Superior, não deve ter comissão de honra. Somos e queremos continuar a ser totalmente livres de compromissos»... [Ordem na Ordem].* Ora aí está! Hoje e sempre, há certa malta nos jornais que desenrasaca a coisa assim. Outros, mesmo sem ler, opinam, outros, ledores, empinam... [A Revolta das Palavras].
* A nossa candidatura ao Conselho Superior é autónoma e independente. Não quer, por isso qualquer apoio de nenhum órgão da Ordem... [Ordem na Ordem].* Quando o mundo da ilusão reencontra o real, sente-se a vontade da loucura... [A Janela do Ocaso].
* Eu disse talvez e de o ter dito me arrependi... [A Revolta das Palavras].* Porque queremos alterar a tradição? Porque conhecemos as actuais circunstâncias que aconselham a separação de poderes [Ordem na Ordem].
«Graças aos protestos dos verdadeiros democratas e à atmosfera de hostilidade que desses projectos se havia formado, surgiu a revolta militar do 28 de Maio»... [A Revolta das Palavras].
* Ontem fui à Feira do Livro. Num país em que cada vez se editam mais livros, cada vez os pavilhões são em menor número... [A Revolta das Palavras].* Estanquei na palavra «teorias». Estranho uso, curiosa significação... [Espantosa língua].
* Graças ao meu amigo, que está expatriado em Macau, estive hoje, um sábado com prometida chuva e surpreendente calor, com o Wenceslau de Moraes e um seu livro de paisagens escritas sobre a China e o Japão [A Janela do Ocaso].
* Estou ao serviço de quem? Dos que, com honrados propósitos, se quiserem juntar à ideia... [Ordem na Ordem].* Vivendo uma vida isolada, tenho muito poucos amigos. Um deles deixou-se ficar por Macau.... [A Janela do Ocaso].* Enfim, queixem-se depois que é é a comunicação social quem determina a agenda. A verdade é que andam todos com um olho nos problemas, outro nos jornais... [Patologia Social].
Há alturas na vida em que é preciso abandonar a apatia cívica para servir uma causa pública. Decidi-me a organizar uma candidatura ao Conselho Superior da Ordem dos Advogados. Explico porquê num blog que para o efeito criei. Chamei-lhe «Ordem na Ordem». Não é um projecto de poder, é uma exigência do dever.
Uma das apostas governamentais no campo da Justiça é a sua modernização tecnológica. Piedoso propósito... [Patologia Social].
* Um homem chega a casa, moído de trabalho e sabe que o espera, na sua casa ou vindo da casa do vizinho o som de um jogo de futebol [A Posta Restante].* Não sei como conseguirei conviver com este novo ser que se albergou no interior do meu conturbado viver... [A Posta Restante].
Um destes dias vi o cineasta Fernando Lopes dizer em público, com candura, que a mãe fora «criada de servir» em Lisboa... [A Revolta das Palavras].
Andei a fazer obras de arrumação no blog e resolvi plantar aqui a minha cara, como parte da minha identidade. Eu sei que estou com rugas e envelhecido, e que devia ter ido ao barbeiro e que estou a olhar de lado e que apareço com um ar de quem anda a carpir pelos cantos todos os males do mundo e mais os meus. Mas é assim. Já fui outro, irreconhecível, mesmo. Tinha vinte anos de esperanças no mundo e em mim.
* «Esta noite nã dí dormido nada!... – Atã perquém? – Os gatos andam p’aí com o janêro, era uma miada qu’a casa até tremia...» [A Janela do Ocaso].* Dei com o livro num canto da estante, junto à cama, relido há tempos e ainda por devolver ao local de onde saíu. Agradeço-lhe este momento de contentamento... [A Revolta das Palavras].