O relógio de pulso

* Há na escrita de Maria Ondina Braga uma constante espiritualidade sensualizada, o extâse e o clímax num acto só... [Maria Ondina Braga]

Perdidos e achados

Nesta vida confusa, carregadas de deveres, em que os lazeres se tornam obrigação para se sobreviver e os prazeres excepções à regra das necessidades, uma pessoa perde-se. A PSP ajuda com os perdidos e achados na Net: procurem aqui, pode ser que se encontrem.

Entradas por saídas

* Desta vez vi na capa a palavra mágica «Musil»... [A Janela do Ocaso]

* A propósito de uma nova tradução de «O Homem Sem Qualidades»... [Patologia Social]

Lisboa na rua

* Esta noite que findou há bocado, tomei em mãos o Júlio César Machado, na sua «Lisboa na Rua», na belíssima edição da Frenesi... [A Revolta das Palavras].

* Se não existisse Direito o homem tinha de o inventar... [Patologia Social]

O bando crocitante

* Foi agora mesmo, ao tentar encontrar espaço para um livro antigo, de ensaios literários... [O Ser Fictício].

* Ia para copiar a citação e reafirmar o ontem dito, quando um estranho sentimento de revisitação surgiu como uma sombra de mim... [A Janela do Ocaso].

Uma bomba relógio

Recomeçou a sua vida. Trocou a indumentária de ocidental pelo quimono, calçava uma modestíssimas guettas... [O Ser Fictício].
Ontem ofereceram-me um lindo e discreto relógio com marca de relógio, ponteiros de relógio, daqueles que marcam horas e numa janelinha que dia é... [A Janela do Ocaso]

Mais de metade

* É um pensar interrogativo e dubitativo, uma ladainha de hesitações... [A Janela do Ocaso].

* Quinze anos passaram sobre tudo isto... [A Revolta das Palavras].

Noite e dia

Muita gente está de férias e por isso não escreve. No meu caso estou a trabalhar e por isso escrevo pouco. A ideia que fica é que a blogoesfera está a ficar um lugar onde só se vem quando há tempo. Está mal. Escreve-se por que se vive, e vive-se todos os dias e em alguns casos de dia e de noite!