O homem que dizia adeus

* Por detrás da minha rua, na minha aldeia, há uma igreja grande... [A Revolta das Palavras].

* Reparei que o primeiro-ministro voltou à Venezuela por causa do petróleo... [A Revolta das Palavras]

* Trava-se actualmente em Portugal um combate pelo que resta no país, que é a memória colectiva... [A Revolta das Palavras]

Silêncio

Hoje não há que se diga. Também acontece aos melhores. Antes isso do que nada. A Natureza também tem direito a dormir.

Repristinação

Hoje que é dia 9 vim escrever com data de 7, para dizer que não me lembro o que andei a fazer nesse dia. Se consultasse a agenda talvez reconstituísse, pelo menos os factos óbvios. Mas como hoje já é a madrugada de 9, acho que não vale a pena. Uma coisa tenho ideia: a 7 eu não sabia que só a 9 viria tentar escrever como se a fingir que alguma coisa se tinha passado. Chama-se a isso repristinar a vida que se não viveu.

18/11

* Até os próprios escutados já se conformaram com a ideia de que a escuta das suas conversas é uma inevitabilidade... [Patologia Social].

* Encontrei-a na estação de comboios... [A Janela do Ocaso]

Blogs assassinos!

* A morte de alguns autores de blogues profissionais muito populares nos EUA por ataque cardíaco está a preocupar a comunidade bloguer norte-americana... [A Revolta das Palavras]

Regressado aos sonhos

* Originariamente a ideia de haver um «Dia do Trabalhador» assentava na ideia de que havia os que trabalhavam e os que viviam à conta do trabalho dos outros... [A Revolta das Palavras].

* Há momentos em que já temos tudo... [A Janela do Ocaso]

Dies irae

Finalmente, restam as pessoas que se conhecem, que gostam de nós, que se zangam, que se vão, que nós deixamos... [O Ser Fictício]

O espírito do lugar

* Talvez haja neste irado lugar mais voyeurs do que escritores... [A Revolta das Palavras]

* É uma das palavras mais sentidas nas línguas que a tenham... [Espantosa Língua]

Aquela pálida madrugada

* Não é, claro o «rognon de veau avec pommes frites» mais as «fraises du bois»... [A Posta Restante]

*Estou só, sempre o fui, um individualista marginal. Neste meu canto, vendo as comemorações cada mais oficiais, cada vez menos populares, cada vez no ghetto, pergunto-me sombriamente: Abril valeu a pena?... [A Revolta das Palavras]