A hora imprópria

Dediquei-lhe este blog e depois fui esquecendo que existia.,, [a propósito de Irene Lisboa, aqui]

Um frio em dia de sol

Claro que Sena sentia-se ímpar. O modo arrogante com que denegria tudo o evidencia... [sobre o Jorge de Sena, aqui..]

Aqui há Nato...

O futuro é, desta forma, apenas uma forma de encontro da desagregação do passado, o ponto provável do seu novo equilíbrio... [na Geometria do Abismo, aqui]...

Quando El Condor pasa...

Quando regressámos à noite, a cidade dormitava, as ruas desertas, os batedores que marcavam a dianteira ligaram as sirenes atroando os ares com um insuportável chinfrim... [aqui, em A Revolta das Palavras]

Em luta com a chuva e a tempestade

«Nada é mais contagioso do que o mal», diz-se num momento do livro e por isso Myra talvez seja a história da malignidade, feita ficção... [sobre o livro de Maria Velho da Costa, aqui]

Dies irae

* A República Popular da China compra a dívida externa de Portugal, porque a Nação dos Portugueses se tornou numa tenda de tintins... [no blog A Revolta das Palavras, aqui]

* Ei-los, pois, agora, os chineses, a comprarem tudo quanto há, incluindo o que em Portugal mais há: a dívida... [explicando melhor, aqui]

Outra vez...

Mas é com pudor e vergonha que se passa por certas páginas... [a propósito de um livro de notas de Maria Gabriela Llansol, póstumo, aqui]

A esquecida biblioteca.

De vez em coisa esta coisa emperra. Desde que apareceu o FB passei a vir aqui menos. É que o dizer pouco é tentador quando nem sempre se tem algo para dizer; o pouco espaço é uma salvação para quando o tempo escasseia. Este fim de semana pensei porém. E li. E senti que talvez pudesse haver uma forma. Tentar já é o primeiro passo. Regressei como a uma casa onde tivesse ficado uma esquecida biblioteca. Folheio, distraidamente. Amanhã acordo de madrugada para as obrigações. Com devoção em que é possível estar-se contente.